Suframa nas Escolas retoma atividades em 2026 com ação na Fundação Bradesco

Fotos: Layana Rios/Suframa
O projeto Suframa nas Escolas retomou suas atividades em 2026 nesta segunda-feira (23), com uma ação realizada na Fundação Bradesco, localizada na zona Centro-Oeste de Manaus. A iniciativa, organizada pela Autarquia, busca aproximar estudantes do ensino médio do conhecimento sobre o modelo Zona Franca de Manaus (ZFM) e seu papel estratégico para o desenvolvimento da região e do País.
A ação reuniu cerca de 60 alunos da primeira e segunda séries do curso técnico em Eletrônica. A programação contou com palestra conduzida pela coordenadora de Cadastro da Suframa, Maria Melo, que abordou a evolução histórica da ZFM e detalhou como funciona o Polo Industrial de Manaus (PIM), com o suporte de vídeos institucionais e uma gincana com os alunos de perguntas sobre o tema para concluir a atividade.

A coordenadora do Ensino Médio da Fundação Bradesco, Maria Aparecida Ribeiro, destacou a relevância da iniciativa para a formação dos estudantes.
“O projeto é extremamente importante. Muitos jovens nascidos em Manaus ainda têm dificuldade de explicar o que é a Zona Franca e qual a sua importância. Essa aproximação ajuda a conectar o conteúdo da sala de aula com a realidade do mercado e amplia a visão dos alunos sobre o futuro profissional”, afirmou.
O estudante Giovanni Veras, de 15 anos, do primeiro ano do ensino médio, ressaltou o aprendizado proporcionado pela atividade.
“Foi uma experiência muito boa. Eu aprendi bastante com a apresentação e com a dinâmica. Uma coisa que eu não sabia é que a Zona Franca atua não só na indústria, mas também no comércio e na agropecuária. Eu achava que era mais focada só na indústria”, contou.

Compromisso
Para o superintendente da Suframa, Leopoldo Montenegro, a retomada do projeto reforça o compromisso da Autarquia com a formação cidadã e o futuro da região. “Levar esse conteúdo para dentro das escolas é fundamental para que os jovens compreendam o papel estratégico da Zona Franca de Manaus e se reconheçam como parte desse processo de desenvolvimento”, destacou.
